quarta-feira, 18 de novembro de 2009

URSOS PANDAS NO BERCÁRIO


Os pandas vivem nas florestas da regiões montanhosas do sudeste da China (esta região é seu habitat natural).Possuem um comportamento dócil, tranquilo e tímido. São raros os casos em que um urso panda atacou um ser humano. Em média um urso panda vive durante 12 anos.Esta espécie encontra-se em situação de extinção provocada, principalmente, pela baixa taxa de natalidade, caça indiscriminada (no passado) e pela destruição das florestas onde vivem. A reprodução em cativeiro ocorre em diversos zoológicos e centros de pesquisa animal espalhados pelo mundo.

Veja o dia a dia de um berçário de ursos pandas na China.











Os trabalhadores do centro de pesquisa e procriação de pandas gigantes em Chengdu, na China, tiveram ontem um dia de comemoração, cada funcionário pegou um filhotinho no colo e posou para essa foto sensacional.






ÉPOCA visitou a Base de Pesquisa e Reprodução de Pandas Gigantes de Chengdu, em Sichuan, no sudoeste da China. O local é o principal centro de reprodução de pandas em cativeiro, e uma importante atração turística daquele país.

Depois do terremoto em maio do ano passado, e com a chegada do inverno, a escassez de bambu é considerada a maior ameaça à sobrevivência dos pandas, já que este é o principal alimento dos animais.

Fonte:


ÉPOCA, clica aqui
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domingo, 15 de novembro de 2009

O NÃO CONSUMO VERDE


O (não)consumo verde.

"O propósito é usar a simplicidade para promover espontaneidade e liberdade para que possamos fazer justiça às novas ocasiões e momentos singulares da vida." (Lewis Mumford)

Você planta árvores, divide o carro com outros e recicla?

Você pré-cicla, comprando produtos sem embalagens plásticas ou de papelão que você teria que jogar fora?

Você “pesquisa para um mundo melhor”, comprando produtos de empresas socialmente responsáveis?

Parabéns! Você é um consumidor verde – mas todas essas práticas não são mais o suficiente. Consumir de maneira “verde” é, ainda assim, consumir.

Encontrar maneiras de não consumir agora constitui a linha de frente da revolução ambiental. Verde, que antes era o sinal de SIGA (“go green”), é agora o sinal de PARE.

Hoje, todos sabemos que devemos “salvar o planeta”. O consumo exacerbado da América do Norte está relacionado com quase todos os problemas ambientais e sociais que nós hoje enfrentamos, da extinção de espécies aos buracos de ozônio e a perda do senso de comunidade. Devemos parar de poluir, parar de devastar florestas, parar com a queima desnecessária de combustíveis fósseis. Isso significa que devemos parar de consumir como uma forma de preencher o tempo, satisfazer nossas necessidades afetivas e por admiração, e devemos manter nossas relações com outras pessoas.

Onde está uma solução com a qual consigamos conviver?
Devemos agora apertar o cinto? Ficar sem? Dar um jeito? Nos despedir de nossos confortos?

Não. Existe uma solução mais suave e amistosa para o nosso abuso dos recursos da terra, e para a nossa busca interminável por pastagens mais verdes. É saber quando o basta, basta.

E se, a cada ato de compra, nos perguntássemos "Será que este produto vai me trazer satisfação proporcional à quantidade de energia da minha vida que estou gastando para obtê-lo?" Se você ganha $10/hora, uma blusa de seda pode custar um dia da sua vida. Talvez valha a pena se você usa bastante a blusa, até ela acabar. Mas se ela fica pendurada no seu guarda-roupa, é muito delicada para se usar, o quociente de satisfação é bastante baixo. Examine suas possessões atuais. Quantas passam o teste de satisfação? Nossas garagens, guarda-roupas, sótãos e porões estão cheios de itens sem uso, ou pouco usados, que não nos dão nenhum prazer, e de fato nos custa dinheiro para armazenar e segurar. Todas essas coisas representam horas desperdiçadas de nossas vidas e recursos globais jogados fora. Cada dólar desperdiçado representa meio litro de petróleo desnecessariamente extraído e queimado – ou seja, a energia consumida em transformar um pedaço do planeta num pedaço de porcaria do seu porão. Faça uma venda. Compartilhe a riqueza. Reduza àquilo que lhe traz satisfação, e nada mais. Logo você vai atingir o ponto mágico do “bastante”.

Por que é que apertar o cinto é uma vitória para os que fazem regime e um anátema para os consumidores? Por que cultuamos corpos esbeltos e carteiras gordas? Por que nós nos expressamos através daquilo que compramos e que possuímos, ao invés do que somos e o que temos a oferecer? Talvez, se conseguíssemos reduzir nosso consume ao que nos é realmente útil – o que é suficiente, mas não mais do que isso - não nos sentiríamos privados, e sim em boa forma física.

O que vai custar aos Estados Unidos liderar o caminho para um futuro sustentável?
Custará trazer a tona discussões sobre o dinheiro e consumo. Custará entrar em diálogos e debates ativos sobre o que é suficiente. Custará desbancar mitos consagrados como “quanto mais, melhor” e “quanto mais alto o padrão de vida, maior é a qualidade de vida”. Quando você se tornar mais um produtor de felicidade e menos um consumidor de coisas, melhor para todos nós. Esse é o tom mais profundo do não-consumo verde.

Este artigo foi originalmente escrito para e publicado por Simple Living Journal. Para saber mais sobre o trabalho de Vicki clique aqui (em inglês). Leia entrevista com Vicki na Revista Época, por ocasião de sua visita ao Brasil em 2005.



Vicki Robin é autora do best-seller "O dinheiro ou a vida", traduzida para 10 idiomas (a versão brasileira do livro será lançada no Brasil em outubro pela Editora Cultrix). É a mais importante voz atual do movimento Simplicidade Voluntária.

Não sei quem é o tradutor/autor desse texto, se alguém souber colocarei o crédito.


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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O ANÚNCIO


O dono de um pequeno comercio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou- o na rua:


- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sitio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anuncio para o jornal?


Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu:


"Vende- se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda".


Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta- lhe se havia vendido o sitio.


- Nem pense mais nisso, disse o homem.


- Quando li o anuncio é que percebi a maravilha que tinha !


Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás da miragem de falsos tesouros.


Valorize o que você tem, as pessoas que lhe querem bem, os amigos que estão a sua volta, o emprego que Deus lhe deu, o dom de amar, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, a sua Vida.


Este é o nosso verdadeiro tesouro.



Não sei de que a autoria desse texto, se souber qual seja, por favor nos informe, a fim de que possamos dar os devidos créditos.



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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PEIXE GELATINOSO


PEIXE TEM 1,83 M E SEU CORPO NÃO TEM PELE NEM ESCAMAS

O Jornal Nacional publicou em 18.09.2090 que pescadores baianos pescaram um peixe que ainda não se conhecia, seria então uma nova espécie de peixe descoberta.





O peixe foi capturado durante uma viagem de pesquisa do projeto Tamar. Ele estava a cerca de 1000 metros de profundidade.

O peixe não tem carne nem escamas parece mesmo uma "gelatina", pesa cerca de 40 kgs e tem mais de 1,80 metros de comprimento. Os olhos são pequenos, os dentes quase não são visiveis.

"A gente encontrar uma espécie como essa, totalmente nova para a ciência, é uma jóia rara. Um peixe que jamais foi visto pelo homem, é uma preciosidade. Provavelmente vai ser uma grande surpresa mundial." disse o oceanógrafo Claúdio Sampaio.

O peixe será conservado em formol e vai fazer parte do acervo do Museu de Zoologia da UFBA.


Fonte:

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

A NATUREZA ENTRANDO NO ESCRITÓRIO


Olha que magnífico, achei super legal esse "bunker" de um escritório de arquitetura "Selgas Cano" em Madrid. Com janelas de vidro, deixando a luz natural passar livremente, promove uma economia considerável de energia elétrica. Além de tudo com uma riqueza grandiosa de beleza. Muito legal!




Fonte:


http://itsgreendesign.blogspot.com/search?updated-max=2009-06-11T22:18:00-03:00&max-results=1

As fotos são do fotógrafo Iwan Baan.


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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O PATINHO SOLIDÁRIO




Esse vídeo é uma gracinha, assistam!
Vou postar algumas frases sobre solidariedade humana, para reflexão:


"A solidariedade converte em direito o que a caridade dá como favor."
( José Ingenieros )

"A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana."
( Franz Kafka )

"A verdadeira solidariedade começa onde não se espera nada em troca."
( Antoine De Saint Exupery )

"Estime a solidariedade. Você não poderá viver sem os outros, embora na maioria dos casos os outros possam viver sem você."
( André Luiz )

"Eu não acredito em caridade. Eu acredito em solidariedade. Caridade é tão vertical: vai de cima para baixo. Solidariedade é horizontal: respeita a outra pessoa e aprende com o outro. A maioria de nós tem muito o que aprender com as outras pessoas."
( Eduardo Galeano )

"Não existe outra via para a solidariedade humana senão a procura e o respeito da dignidade individual."
( Pierre Lecomte Du Nouy )

"Nunca compreendi a solidariedade. Aceitei-a como artigo de fé tradicional. Se tivéssemos coragem de a afastar completamente, livrar-nos-íamos do peso que incomoda a nossa personalidade."
( Henrik Ibsen )

"Solidariedade, amigos, não se agradece, comemora-se."
( Betinho )
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O UIRAPURU

A lenda do uirapuru é interessante. Dizem que no Sul do Brasil, havia uma tribo de índios, cujo cacique era amado por duas moças muito bonitas.
Não sabendo qual escolher, o jovem cacique prometeu casar-se com aquela que tivesse melhor pontaria.
Aceita a prova, as duas índias atiraram as flechas, mas só uma acertou o alvo. Essa casou-se com o chefe da tribo.
A outra, chamada Oribici, chorou tanto que suas lágrimas formaram uma fonte e um córrego.
Pediu ela a Tupã que a transformasse num passarinho para poder visitar o cacique sem ser reconhecida.
Tupã fez a sua vontade. Mas verificando que o cacique amava a sua esposa, Oribici resolveu abandonar aqueles lugares.
E voou para o Norte do Brasil, indo parar nas matas da Amazônia
Para consola-lá, Tupã deu-lhe um canto melodioso. Assim canta para esquecer as suas mágoas, e os outros pássaros quando encontram o uirapuru, ficam calados para ouvir as suas notas maravilhosas.
Por causa de seu canto belo, chamam de professor de canto dos pássaros.

O uirapuru (Leucolepis arada) é o cantor das florestas amazônicas. Seu visual não é dos mais atraentes, normalmente tem a cor verde-oliva com cauda avermelhada, entretanto tem um canto tão lindo, tão melodioso que os outros pássaros ficam quietos e silenciosos, só para ouvi-lo. Todavia este canto somente pode ser ouvido 15 dias por ano, na época em que constrói o seu ninho.
Não bastasse isto, ele canta somente ao amanhecer, por 5 ou 10 minutos.

Neste pássaro o real e o lendário se confundem, dizem que ele não repete frases musicais.

Por todas estas qualidades os indígenas e sertanejos acham que ele é um pássaro sobrenatural.
Na verdade o seu nome quer dizer: "pássaro que não é pássaro".
Depois de morto o seu corpo é considerado um talismã que dá felicidade a quem o possui.
Para os tupis o uirapuru é um deus que toma a forma de pássaro e anda sempre rodeado de outros, a ele atribuem a virtude de conduzir um refluir de pessoas à casa de quem possui um deles .

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INSPIRANDO ARTISTAS

O uirapuru também encanta os artistas. O maestro Heitor Villa-Lobos compôs em 1917 o poema sinfônico "Uirapuru", baseado em material do folclore coletado em viagens pelo interior do Brasil. Na lenda que inspirou a obra, o pássaro encantado - "rei do amor" - é flechado no coração por uma moça embevecida com a suave canção e transforma-se em um garboso jovem.




UIRAPURU (letra e música)
Jacobina e Murilo Latini

Uirapuru, uirapuru
Seresteiro, cantador do meu sertão
Uirapuru, uirapuru
Ele canta as mágoas do meu coração
A mata inteira fica muda ao teu cantar
Tudo se cala para ouvir tua canção
Que vai ao céu numa sentida melodia
Vai a Deus em forma triste de oração
Uirapuru, uirapuru
Se Deus ouvisse o que te sai do coração
Entenderia que é de dor tua canção
E nos teus olhos tanto pranto rolaria
Que daria para salvar o meu sertão
Uirapuru, uirapuru
Seresteiro, cantador do meu sertão
Uirapuru, uirapuru
Ele canta as mágoas do meu coração.

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DADOS

NOMES COMUNS: Uirapuru-verdadeiro, Corneta ou Músico.

NOME EM INGLÊS: Organ Wren

NOME CIENTÍFICO: Cyphorhinus aradus

FILO: Chordata

CLASSE: Aves

FAMÍLIA: Troglodytidae

PLUMAGEM: pardo-avermelhada e bem simples

CARACTERÍSTICA FÍSICA: Tem bico forte, pés grandes e, às vezes, nos lados da cabeça, um desenho branco.

COMPRIMENTO: 12,5 cm.

CANTO: Com um canto longo e melodioso, sua "intenção" é outra: a atração para acasalamento. Esses cantos duram de dez a quinze minutos ao amanhecer e ao anoitecer, na época de construção do ninho. Durante o ano todo, o uirapuru canta apenas cerca de quinze dias. O canto do uirapuru ecoa na mata virgem. O som, puro e delicado como o de uma flauta, parece ter saído de uma entidade divina. Os caboclos mateiros dizem com grande convicção que, quando canta o uirapuru, a floresta silencia. Como se todos os cantores parassem para reverenciar o mestre.

Fonte: http://www.uirapurumidis.hpgvip.ig.com.br/lenda_do_uirapuru.htm


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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

NOTÍCIAS DO GREENPEACE




GREENPEACE em sua luta sem tréguas ajuda muito ao planeta. Estou postando um vídeo dos brincalhões golfinhos surfando (comendo é claro) e, notícias com os links de interesse coletivo. Se quiser dê uma olhada neles.



Greenpeace vai para as ruas de oito cidades brasileiras neste final de semana para alertar: o que você come pode salvar o planeta

16 de Outubro de 2009

CTNBio abre as porteiras

17 de Setembro de 2009

Ditadura transgênica

10 de Agosto de 2009

CTNBio fora da Lei?

22 de Maio de 2009

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

TELHADO ECOLÓGICO


Se os prédios emergissem direto do solo, seus telhados estariam cobertos por uma camada de terra e plantas. Não é assim que fazem os seres humanos, é claro. Em vez disso, retiramos toda a vegetação do terreno, erguemos um edifício e o tampamos com uma cobertura impermeável, para que jamais nos dê problema de vazamento. É tentador dizer que a paisagem dos telhados de todas as cidades deste planeta mais parece um deserto artificial, mas isso seria inexato, pois, afinal, o deserto é um hábitat vivo. A realidade é ainda mais deprimente. Os telhados urbanos são mais parecidos com o inferno - um local estéril de piso betuminoso, contrastes de temperatura, ventos fortes e nenhuma simpatia pela água.

Mas quem se aventurar no telhado da Biblioteca Municipal de Vancouver, nove andares acima da região central da cidade, vai se encontrar em um campo, e não em um quintal asfaltado. Sinuosas faixas de festuca cobrem o teto, plantadas em uma mistura de solo especial colocada sobre a última laje. É uma espécie de pasto nas alturas. Ao nível do solo, esse jardim de 1 850 metros quadrados - criado em 1995 pela paisagista Cornelia H. Oberlander - já chamaria atenção. Mas, nas alturas de Vancouver, o efeito chega a ser desorientador. Quando vamos ao topo dos edifícios, em geral nosso objetivo é apreciar a vista. No teto da biblioteca, contudo, não posso deixar de sentir que estou dentro da paisagem - esse inesperado matagal no meio de tanto vidro, aço e concreto.

Telhados vivos não são novidade. No século 19, eram comuns em cabanas feitas de gramíneas nas pradarias dos Estados Unidos, e tetos de colmo ainda podem ser vistos em casas de madeira no norte da Europa. Todavia, nas últimas décadas, arquitetos e construtores de todo o mundo começaram a adotar telhados com cobertura vegetal, não por sua beleza - ela é quase que um efeito colateral -, mas por sua praticidade e sua capacidade de mitigar os problemas ambientais comuns em telhados convencionais.

No lado oposto da cidade em relação à biblioteca, o Centro de Convenções de Vancouver está recebendo novo telhado ecológico. Do outro lado da rua, na cobertura do hotel Fairmont Waterfront, dá para ver a horta de um chefe de cozinha. Em outra região, telhados verdes estão sendo instalados na Vila Olímpica que irá abrigar os atletas da Olimpíada de Inverno de 2010. Conhecer um desses ecotelhados em Vancouver é imaginar como poderia ser a paisagem no alto de nossas cidades, e aí surge uma pergunta inevitável: por que nunca fizemos isso?

Em parte, por causa de motivos técnicos. Apenas agora as membranas impermeáveis tornaram possível a instalação de biocoberturas que capturam água de irrigação, permitem o escoamento da água excedente, possibilitam a manutenção de um substrato cultivável e resistem à proliferação das raízes. Em alguns lugares, como Portland, no Oregon, há incentivos fiscais e outros subsídios para que os construtores instalem esse tipo de telhado. Em outros - como na Alemanha, na Suíça e na Áustria -, as biocoberturas são obrigatórias por lei sempre que o telhado apresentar inclinação adequada. E, cada vez mais, pesquisadores como Maureen Connelly, do Canadá, estão estudando os benefícios práticos proporcionados por esse tipo de telhado, com o objetivo de calcular em que medida são capazes de reduzir o escoamento de chuvas, ajudar na economia de energia e melhorar o nível de ruído nas cidades.

Outro fator que contribui para a difusão dos ecotelhados é a mudança na concepção da cidade. Já não é mais sensato, prático ou ético considerar a cidade apenas como antítese da natureza. Quando encontramos maneiras de tornar mais naturais as cidades, também as tornamos mais habitáveis - e não só para nós, seres humanos.

Os telhados vivos são um lembrete da força exercida pelos sistemas biológicos. No verão, as temperaturas diurnas nos telhados com cobertura asfáltica podem ser muito altas, acima de 65ºC, o que acentua o efeito geral das "ilhas de calor" urbanas - a tendência de as cidades serem mais quentes que as regiões circundantes. Já os telhados com cobertura vegetal atuam como isoladores térmicos, e as temperaturas sofrem apenas pequenas oscilações, reduzindo em até 20% o custo de aquecer e resfriar os edifícios abaixo deles. "Se pintarmos de branco, algo bem mais simples que um jardim suspenso, os telhados das 100 maiores cidades do mundo, a temperatura global deve baixar 1 grau. Isso equivale a tirar 600 milhões de carros das ruas por 18 anos", diz Thassanee Wanick, do movimento ambientalista brasileiro intitulado Um Grau a Menos.

Quando a chuva cai em um telhado normal, ela escorre dessas encostas urbanas e inunda os desfiladeiros artificiais que são as ruas - e, no caminho, toda essa água não é absorvida, deslocando-se quase sempre de maneira descontrolada. Um telhado verde, por outro lado, absorve e filtra a água, arrefece seu ímpeto e até mesmo armazena parte dela para uso posterior. Em consequência, ele ajuda a reduzir o transbordamento de esgotos, aumenta a vida útil dos sistemas de escoamento e devolve uma água mais limpa para a bacia hídrica circundante.


Fonte:

http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/edicao-110/telhado-ecologico-450469.shtml
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NATUREZA VESTIU-SE DE ROSA. JAPÃO


Na Primavera em alguns parques do Japão, na província de Hokkaido e Saitama, florescem essas lindas flores do tipo sakura , todo em pink, formando um tapete rosa, e criando uma paisagem deslumbrante.



"Os poderosos podem matar uma, duas ou até três rosas, mas jamais poderão deter a primavera."



Jamais poderão deter a beleza que teima em florescer na natureza continuamente



O Senhor é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras. Salmos ( v: 8 a 10).



A natureza é uma grande bênção de Deus. Ver as flores deslumbrantemente cor de rosa, comprova o amor Divino.



Fazes crescer a relva para os animais e as plantas para o serviço do homem, de sorte que da terra tire o seu pão. Salmos 104 v:14




Olhar.
Contemplar.
Silenciar.



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**Desenho: Mamanunes Templates **Inspiração:Ipietoon's **Imagem digital: Kazuhiko Nakamura